Ricardinho

Ricardinho

O volante Ricardo dos Santos - o famoso Mosquitinho-, pode se gabar de ser o jogador recordista em títulos com a camisa do Cruzeiro, ostentando nada menos que quinze taças. Foi ídolo durante a década de 90.

Ricardinho  chegou ao Cruzeiro em 1992. Estreou no time profissional em 1994 . Jogou na meia-direita, sua posição original. Baixinho (1,72m) e franzino (62Kg), ele tinha dificuldades para se impor contra os zagueiros dificultando suas ações ofensivas o que gerou falta de entusiasmo da torcida no início.

Somente no ano seguinte, ele encontrou sua posição ideal. Contrariando expectativas, Ênio Andrade o escalou como volante e deu certo! A força física, que sempre se imaginou imprescindível a um jogador encarregado de desmanchar os ataques dos adversários, foi trocada pela resistência, mobilidade, garra e amor à camisa, características do novo volante.

Em 1995, Ricardinho fez sua primeira partida contra o Atlético-MG. Venceu por 2 x 1. Ele disputou 28 clássicos. Venceu 11, empatou 9 e perdeu 8. .Ricardinho permaneceu defendendo a camisa estrelada de 1994 até o ano de 2002 quando fez as malas para defender o Kashiwa Reysol. Mas antes de deixar Belo Horizonte para ir para a terra do sushi, o volante ídolo deixou um presente de 15 títulos para a torcida Celeste, seguem eles:

           

•           Campeonato Mineiro: 1994, 1996,1997 e 1998;

•           Copa dos Campeões Mineiros: 1999;

•           Supercampeonato Mineiro: 2002;

•           Copa Centro Oeste: 1999;

•           Copa Sul Minas: 2001 e 2002;

•           Copa do Brasil 1996 e 2000;

•           Copa Ouro Sulamericana: 1995;

•           Copa Masters Sulamericana: 1995;

•           Recopa Sulamericana: 1999;

•           Copa Libertadores: 1997.

 

Em sua despedida Ricardinho fez discurso emocionado: “Fui muito feliz no Cruzeiro. Agradeço as pessoas que me ajudaram. Tenho uma história maravilhosa aqui dentro, que dificilmente outro jogador conseguirá. Vai ficar a saudade e espero que todos se lembrem de mim por coisas boas que fiz no clube.”

A partir daquele momento mais um grande jogador deixaria sua marca no Cruzeiro e carregaria consigo as cinco estrelas para sempre. Valeu guerreiro!



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