Fabinho

Fabinho

Durante toda a década de 90 vimos um Cruzeiro copeiro, time “cascudo” na marcação, mas sem deixar de ser ofensivo.  Um dos melhores exemplos dessas equipes cascudas foi o volante Fabinho, que junto com Ricardinho, formou uma verdadeira barreira na entrada da área celeste. Quem freqüentava o Mineirão naquela época se acostumou a ouvir e a cantar: “Fabinho, Guerreiro!”. Um verdadeiro leão em campo. 

 

 

                Fábio Silva de Azevedo nasceu no dia 12/01/1970 no Rio de Janeiro – RJ. Começou sua carreira no futebol de salão aos 10 anos no Jacarepaguá Tênis Clube. Foi levado para o Flamengo em 1984 e logo em seguida foi para o futebol de campo. Em 1990 foi campeão da da Copa São Paulo de Juniores, junto com grandes nomes que seriam revelados naquele ano como: Djalminha; Nélio; e Júnior Baiano. Nesse mesmo ano subiu ao profissional rubro-negro. Dois anos depois foi importante na conquista do Campeonato Brasileiro de 92 atuando como volante e lateral-direito.

 

 

 

 

 

                                                                    Chegada ao Cruzeiro

                Ao final do Campeonato Carioca de 1995 apareceu a proposta de trocar a Gávea pela Toca da Raposa. Em uma entrevista á Revista do Cruzeiro em agosto de 1996 ele explica como foi a transferência:

“No início fiquei um pouco inseguro, pois seria a primeira vez que eu estava deixando o Rio de Janeiro. Mas isto durou pouco tempo, pois conversei com o Renato gaúcho e o Boiadeiro e os dois me falaram que eu podia vir de olhos fechados, pois o Cruzeiro é um ótimo time para se jogar e tem uma organização exemplar.”

                Disputou o Brasileiro de 95 e ajudou o time cinco estrelas na excelente campanha que culminou com a 3ª colocação. Mas o ano seguinte guardava momentos mais felizes. Com a chegada de Levir Culpi se tornou titular no meio campo em 1996, era notório o grande preparo físico do Fabinho, correndo o campo inteiro e chegando no tempo certo às jogadas. Além dessa qualidade fazia uma marcação dura, porém com grande qualidade no passe. Não é por acaso que sempre tinha seu nome gritado pela torcida: “Fabinho Guerreiro”! Com essas características se tornou peça importantíssima no esquema tático de uma equipe muito aguerrida, mas que tinha habilidade e técnica. Com muita garra foi um dos heróis na conquista da Copa do Brasil em cima do “imbatível” Palmeiras de Luxemburgo, Rivaldo, Djalminha, Muller, Cafu, Veloso etc. De quebra naquele ano foi Campeão Mineiro. Ao final de 1996 admitiu que era cruzeirense desde criança numa entrevista á Revista do Cruzeiro:

“Sou cruzeirense desde criança. Todo menino gosta de um clube em cada estado e em Minas Gerais sempre fui Cruzeiro.”

       Títulos

·        Copa Libertadores 1997

·        Copa do Brasil 1996

·        Campeonato Mineiro 1996 e 1997

 



Outros Jogadores Clássicos




História

Títulos

Ídolos Celestes

Jogadores Clássicos

Torcida

Mantos Celestes

Clássicos

Cruzeirenses Ilustres

Estatísticas

Curiosidades

TV Nação

Humor

Cliques da Nação

Artistas Celestes

Gatas Celestes

Tabelas

Calendário de Jogos

Downloads