Qual o critério?

A eterna dúvida do torcedor: Zé Eduardo e outros atletas que em poucas oportunidades mostram a que veio, enquanto que outros jogadores não justificam tantas chances recebidas.

Em 17/10/2020 16:14

Qual o critério?

Entre tantos questionamentos presente no pensamento do torcedor em relação ao time que vai a campo, talvez estes sejam alguns dos mais pertinentes: Zé Eduardo veio a passeio? Porque garotos como Welinton e Marco Antônio não são acionados com mais frequência? O que justifica tantas oportunidades como é o exemplo do atleta Mauricio?

Zé Eduardo, garoto que estava no América RN por empréstimo e o Cruzeiro trouxe de volta para o Toca com o intuito de aproveita-lo durante a Série B. A volta do jogador rendeu ao time de Natal 15% dos direitos econômicos do atleta. A média de gols de Zé Eduardo são 11 gols em 9 jogos. Maior que a de todos os atacantes do Cruzeiro sendo:

Marcelo Moreno - 19 jogos (3 gols) *Cruzeiro e Bolívia

Sassá - 23 jogos (4 gols) *Coritiba e Cruzeiro

Thiago - 20 jogos (3 gols)

Ainda assim, o atleta soma apenas 20 minutos jogados com a camisa do Cruzeiro.

Outro caso é o de Welinton que chegou a ser afastado e recentemente foi reintegrado ao elenco. Jogador de velocidade pelas pontas é um dos que não tem tido chances no elenco principal. Na partida de ontem, Welinton entrou no segundo tempo e conseguiu incomodar bastante pelo lado direito tendo pelo menos duas ou três boas jogadas que por pouco não resultaram em gol. Além destes, não se pode esquecer de Marco Antônio, o garoto cobiçado por vários times, inclusive de fora do Brasil e que também não tem oportunidades com uma boa sequência de jogos. Há quem acredite que, com mais oportunidades e paciência, Marco Antônio poderia ser o jogador para construir as jogadas do Cruzeiro no meio campo. Tal afirmação só poderia ser confirmada ou não, com um participação mais frequente do jogador em campo.

Por outro lado, Mauricio vem participando dos jogos ativamente seja como titular ou entrando no segundo tempo mas suas apresentações nem sempre ou quase nunca agradam. O posicionamento em campo, o setor do campo em que ele vem jogando e toda a insistência no camisa 11 não vem dando certo e mesmo assim, ele continua na equipe.

Ninguém nunca disse que a base, os jovens jogadores seriam a solução do Cruzeiro e nem deve ser. Até porque uma equipe não se pode basear apenas em atletas do Sub-20 ainda mais na atual situação em que o Cruzeiro se encontra. A grande questão é que por vezes o departamento de futebol, a comissão técnica dá oportunidades aqueles que não apresentam um futebol que se espera e a solução pode estar nos garotos. Um exemplo simples e objetivo: o lateral Matheus Pereira que era 4ª opção na lateral esquerda e hoje é um dos melhores jogadores do elenco atual. O que se espera é coerência, talvez falte uma análise realista e precisa dos números apresentados por cada jogador. Que Felipão esteja atento!

 

Por: Vívian Rafaelly



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