Técnico cai após eliminação

Cruzeiro dá vexame, em erros lamentáveis do treinador

Em 09/06/2021 22:00

Técnico cai após eliminação

Em qualquer clube minimamente sério, o treinador do Cruzeiro jamais jogaria com Juazeirense pelo empate. É sofrível ver o volante Rômulo, que jogou como meia, no intervalo, falar que o 0-0 era projetado. Não é e nunca foi! Como não é deixar um jogador com o curriculo e capacidade de Rafael Sóbis no banco por capricho e birra. Felipe Conceição deveria ser demitido duas vezes! Pelo vexame que fez o Cruzeiro passar e por se achar o dono do time. Não é treinador para o Cruzeiro e, do jeito que anda se comportando, nem para Juazeirense! Hipócrita, metido e incompetente! E mentiroso, já que disse que o Cruzeiro estava em evolução. A diretoria incompetente deu a ele os atletas de sua confiança, um bando de perna-de-pau, a começar por alguns que vieram, indicados por ele, de trabalhos anteriores. Técnico fraco, diretoria perdida e que deveria renunciar em massa.

Contra o Juzeirense, um time covarde em campo, a cara de seu treinador. Mal escalado, com Matheus Neris em campo, ao lado de Matheus Barbosa. Rômulo em lugar de Rafael Sóbis e o insubstituível Airton fazendo absolutamente nada. Aliás, conseguiu perder um gol incrível! Mas o Juazeirense não perdeu a chance que teve. Fez 1 a 0 e levou o jogo para os pênaltis. O Cruzeiro chegou a reclamar de um lance no final do jogo, teve jogador expulso (Matheus Pereira) e membros da comissão técnica também excluídos da partida.

Diante de um sistema tático falido, conseguiu piorar o time com sustituições ridículas, principalmente quando põe Felipe Augusto, um pseudojogador, em campo. O amigo do técnico, inclusive, mostrou-se vesgo em cobrança de pênalti, sendo um dos que perdeu. Rômulo e Matheus Barbosa, o ponta de Felipe Conceição, perderam outros dois Rômulo, aliás, mostrou-se bem descontraído na cobrança, sorrindo e cumprimentando Rodrigo Calaça, o goleiro adversário. Nem parecia que o jogo valia pelo menos R$ 2,7 milhões.

O Cruzeiro foi covarde, incompetente e mereceu perder. Perderia novamente pelas opções de seu treinador, demitido após o jogo. São seis derrotas nos últimos sete jogos, fora o baile e os vexames. O Novo Cruzeiro de Sérgio Santos Rodrigues é esse aí: de desculpas, de terceirização de culpas, de não assumir os próprios erros e de embate com o próprio torcedor. Sérgio caminha a passos largos para ser o presidente mais odiado da história, mais ainda que aqueles que dilapidaram o Cruzeiro.

Por: João Vitor Viana



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