Humildade não faz mal a ninguém

Invicto, Cruzeiro tem início de temporada acima da média, mas é necessário se atentar aos detalhes

Em 08/04/2019 23:02

Humildade não faz mal a ninguém

                                                                                    

No antigo Império Romano, quando os grandes generais voltavam vitoriosos de suas batalhas, eram conduzidos pelas ruas de Roma em bigas - veículo movido por cavalos - de onde eram aplaudidos pelas massas. Entretanto, enquanto um escravo o guiava, outro ia a seu lado repetindo de tempos em tempos a frase “lembra-te que és mortal”.

Única equipe invicta nas séries A e B do Brasileirão, o Cruzeiro vem de nove vitórias, com uma defesa segura, que sofreu apenas 7 gols na temporada e um ataque repleto de boas alternativas. Sim, é um início de temporada empolgante, mas que não deixa de exigir cuidados.

A partir de domingo, o Cruzeiro disputa a final do Campeonato Mineiro, na qual o rival de Vespasiano possui a vantagem de jogar por dois resultados que, somados, fiquem em igualdade. Pelo entrosamento, experiência e capacidade técnica, nitidamente o Cruzeiro é superior. Porém, não se ganha clássico sem respeito e seriedade.

Na Libertadores, com a classificação às oitavas de final e o primeiro lugar da chave praticamente garantidos, o Cruzeiro busca a melhor campanha geral, que lhe dará o direito de decidir as eliminatórias em casa até a semifinal.

                                                                                    

Entretanto, apesar da vantagem e da campanha impecável até aqui, histórias como a melancólica eliminação no torneio continental de 2011, quando a equipe celeste foi desclassificada pelo Once Caldas, da Colômbia, dentro de casa após ter vencido o jogo de ida, nos ensinam lições dolorosas de se aprender, mas fundamentais para conquistas que vieram posteriormente.

A história nos dá diversos exemplos em que a soberba superou o talento e fez gigantes caírem. Por isso, é fundamental que os comandados de Mano Menezes se mantenham humildes e focados em seu propósito.

O fator decisivo para definir o campeão não é apenas o talento. O trabalho, a eficiência e a força de vontade de lutar a cada bola dividida também são decisivas.

Todo torcedor celeste está empolgado com o momento da equipe, mas um pouco de humildade e pés no chão não faz mal a ninguém.

Por: André Mapa



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