Somos vendidos?

Por A mais B a gente prova que não. E pedimos que reflita sobre essa publicação

Em 01/11/2019 19:54

Somos vendidos?

O que mais lemos nas redes sociais nesta sexta-feira é que somos um canal vendido, que fez pacto com o diabo ao defender essa atual gestão. Mesmo depois de emitirmos nota, explicando tudo, o dispêndio de ódio veio e propaga de uma forma até desumana. Tem sites aí, como o jornal O Tempo, que sequer ligou para nós para saber a verdade. Aliás, sequer assinam a matéria, que praticamente copiaram e colaram do Globo.com. Mas tudo bem. O jornalismo de hoje é feito de um modo primário, por pessoas despreparadas e, outras, que dão margem a interpretações dúbias.

Mas vamos provar, aqui, que nunca fomos comprados (ou vendidos, como nos apelidaram nas redes sociais). A dinastia do ódio que se impõe aos brasileiros já há algum tempo em todas as suas searas também chegou ao campo. Se a política virou um futebol, na torcida também há esse sentimento horrível de vingança, de ódio e de propagação da violência. Mas aqui, quando a gente fala com a verdade e mostra, muitas alegações caem por terra. E faremos as menções de forma cronológica.

Desde o primeiro momento, a partir da denúncia do Fantástico, a gente se posicionou. Aliás, um dos poucos que fizeram isso. E tínhamos, naquele momento, ainda contrato com o clube. Mas esperamos um pronunciamento dos dirigentes para ver como as coisas caminhariam. Como jornalistas, ouvimos o lado do Cruzeiro e publicamos, sem fazer juízo de valor. Aliás, chamamos a atenção para a imprensa que, inerte, não fez nada. Por que? Rabo preso? Talvez boa parte dela sim, principalmente aquelas pessoas que tiveram seus patrocínios aumentados, seus furos diários, seus brindes frequentes, entradas e saídas da Toca II facilitada. 

Nossa postura foi tão ética, que naquele momento a gente publicou uma nota oficial, relatando qual a nossa relação comercial com o clube. E olha que nem fomos citados na primeria matéria do Fantástico! Quem não deve, não teme. E nosso contrato está aí para quem quiser ver. Um contrato de publicidade quanto aos eventos, ingressos, produtos e serviços do clube, incluindo o Cruzeiro Tour. Tudo para angariar mais torcedores aos projetos do clube, não da diretoria. 

Quando publicamos a matéria sobre a guerra entre Cruzeiro e Minas Arena nada teve a ver em defender diretoria. Há tempos, desde a gestão Gilvan, que o Cruzeiro tem problemas. E até por isso o deputado Leo Portela instaurou uma CPI, esta aprovada, para averigar o contrato do Cruzeiro com a concessionária. E nunca, nunca deixamos de questionar a diretoria, que se escondeu por muito tempo e, quando veio a público, ainda falou nada com nada. A gente não corrobora com pessoas que não conseguem nos convencer que não fizeram algo ilícito.

Falamos do pedido de afastamento que Zezé Perrella fez, questionamos a diretoria em suas práticas e falamos da reação da torcida diante de tanto disse-me-disse não esclarecido. Nessa parte da torcida descontente, nos colocamos juntos

Nesse ínterim mostramos mudanças na diretoria, a volta de ex-dirigentes e a operação da Polícia na casa dos dirigentes, que classificamos como "Caso de Polícia".

Por óbvio não nos prendíamos a esse assunto, mas corriqueiramente tínhamos que voltar a ele, sempre de forma crítica e contundente, pois não corroboramos com esse tipo de atitude, muito menos dentro do Maior de Minas. Falamos de negociações, saídas e chegadas de atletas, mas enquanto Itair estava no clube, o assunto sobre problemas na administração voltavam à tona, inclusive quando foi afastado.

Nunca deixamos de noticiar as coisas do Cruzeiro e nem aceitamos imposições em nossa linha editorial. Elogiamos o time e a diretoria em momentos que acreditávamos ser de superação, talvez iludidos pelos resultados, que eram bons. Mas quando tudo veio à tona, a maior virtude do ser humano é saber reflatir e agir conforme as regras sociais devem ser. E assim foi feito. Rescindimos, de forma unilateral, o contrato com o Cruzeiro, por não compactuarmos com uma diretoria que mostrou-se cordeirinha no início, mas um lobo no seu fim. Se soubéssemos de todos esses problemas, jamais nos alinharíamos a essa diretoria, que esperamos, deixe o clube em sua plenitude e nunnca mais passe nem perto da porta da Toca II, pelo desserviço que prestaram, sangrando o clube.

Bom, depois desse texto enorme, tão quão é o postado por Rodrigo Capelo e Gabriela - estes que nunca atacamos, diferentemente do que ele disse no Redação SporTV - esperamos que o torcedor possa refletir tanto como refletimos diante de uma situação que para nós ficou insustentável. São estamos dizendo que somos santos, incólumes ou que não erramos. Erramos ao nos associarmos a pessoas que não deveríamos. Mas, em tempo, impusemos nossa postura, que é com a ética, com o trabalho e com o respeito ao torcedor e ao clube.

O Nação 5 Estrelas tem orgulho de ser um site diferenciado, independente e que comunica com o torcedor da melhor maneira, diária, informando e opinando sobre tudo que acontece no Maior de Minas. Contamos sempre com o seu acesso, suas curtidas, seus compartihamentos e com a nossa interação. Aqui não há espaço para ódio, mas espaço para torcer, vibrar, acreditar que o clube vai sair dessa e na esperança de dias melhores, principalmente para o clube, que é maior que todos nós.

Se depois disso tudo, de todos esses links, vocês ainda acharem que somos vendidos...

 

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