SSR: o grande problema

Presidente, na Europa, e clube, em crise

Em 14/10/2021 11:14

SSR: o grande problema

O fantástico mundo de Sérgio Santos Rodrigues parece não ter fim. Não bastasse as anomalias que saem da boca do ainda presidente do Cruzeiro, as atitudes dele são ainda piores. Não bastasse sempre terceirizar a culpa e não assumir os erros, agora, dá palestras sobre gestão. Do que ele entende?

Presidente de clube que não entende de futebol, não sabe contratar, é omisso e intransigente, não faz o que promete e ainda insiste em dizer que é um excelente profissional. Será que ele acha que a torcida é composta por 100% de idiotas?

Assumiu o clube - diga-se de passagem, porque quis -, dizendo que era responsabilidade dele pagar os salários em dia e que iria tirar um a um os conselheiros da Família União. Memória fraca? Aqui a gente relembra. Pois bem, não fez. Junto a isso, sucateou a base, não criou proximidade com a torcida e não fez planos de apoio com torcedores e empresários para criação de novas receitas. Em um clube onde se perde dinheiro com transmissão de TV, o mínimo que se espera é criatividade para fazer dinheiro chegar, seja através de planos para a torcida ou de produtos e ações de marketing. Nada foi feito.

Ao contrário, com o pires na mão, o presidente, com toda sua arrogância, praticamente dizia à imprensa - quando ele dava entrevista, já que ficou nove meses sem e pronunciar -, que muitos cruzeirenses não ajudavam mais o clube, como se fosse obrigação. Se não fosse Pedro Lourenço, o Cruzeiro já tinha acabado.

Mas petulante, o ainda presidente insiste, com postura de quem é o CEO da Apple, que faz uma gestão austera. Na Europa, nem deve estar acompanhando o que está acontecendo em BH. Greve dos atletas profissionais e dos jogadores da base por falta de pagamento de salários. Há funcionários que dependem de doação de atletas para sobreviver. Alguns quase abandonaram o clube antes da partida com o Botafogo, mas foram convencidos por Luxemburgo a ficar. Quem são esses funcionários? Os cozinheiros. Isso mesmo!

Esse é o gestor exemplo que está na Europa falando mais asneiras. Tentando convencer quem que ele sabe gerir algo? Os jogadores deram um ultimato a ele. Os meninos da base - que ele nem liga, por sinal - , a mesma coisa. Ou o Conselho tira esse cara de lá, ou a torcida tira.

Se o dia 13 de outubro foi um dia histórico, melhor será quando esse senhor, que diz se o salvador da pátria, sair. Cruzeirenses soltarão foguetes como se fosse ano novo. Os tais guerreiros dos teclados que, aliás, já devem estar próximos dos 9 milhões de torcedores.

O problema do Cruzeiro não é o presidente estar na Europa. É estar calado, dando de ombros para a situação que ele não consegue e não vai resolver e pela forma como tem conduzido tudo. O momento não é de ficar falando baboseira para trouxas ouvirem. É de diálogo, postura, inteligência, planos, planejamentos e ações. Mas são 500 dias que isso deveria ter acontecido. 500 dias de SSR no Cruzeiro. 500 dias que o problema chegou ao clube para não resolver nada da gestão passada. Problema + problema = SSR.

 

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